Instituto de Excelência
Valentim
Associação Amália Barros
Cordeiro
<!--[if !vml]-->

<!--[endif]-->
<!--[if !vml]-->

<!--[endif]-->
<!--[if !vml]-->

<!--[endif]-->
<!--[if !vml]-->

<!--[endif]-->
<!--[if !vml]-->
<!--[endif]-->
Atividades Culturais de Segunda á sexta-feira.
۩ Oficinas
Permanentes
Segunda-feira: Curso livre de Desenho
Terça-feira: Oficina de
Artesanato/Decoupage;
Quarta-feira: Oficina da Artesanato/Confecção de Roupas
Íntimas;
Quinta-feira: Oficina de Argila
Sexta-feira: Oficina de Curso livre de Desenho
Pintura em Tela ou Pintura em Tecido
۩ Exposição Permanente dos
Trabalhos
Corredor Cultural com exposição dos trabalhos desenvolvidos e fotos das
oficinas;
۩ Sessão
Pipoca
Exibição de Filmes, toda terça-feira e
quinta-feira.
OBS. ver a possibilidade de viabilizar convênio com locadora de
Vídeo até que se forme uma videoteca;
۩ Arte em Movimento
Dançar-te: Oficina de Dança;
Contando e Pintando
Histórias oficinas de danças Folclóricas e
Culturais;
Curso Livre de Teatro: Trabalho de corpo, de Dramatização e
expressão teatral;
Música para Encantar: Oficina de Música
instrumento e Canto.
Sugerido por:
Salvadora Cruz/Animadora Cultural
Instituto de Excelência
Valentim
Associação Amália Barros
Cordeiro
<!--[if !vml]-->

<!--[endif]-->
<!--[if !vml]-->
<!--[endif]-->
<!--[if !vml]-->
<!--[endif]--> <!--[if !vml]-->

<!--[endif]-->
<!--[if !vml]-->
<!--[endif]-->
Sugerido por:
Salvadora Cruz/Animadora Cultural
Campos dos
Goytacazes
Fevereiro
/2010
Instituto de Excelência
Valentim
Associação Amália Barros
Cordeiro
Introdução
Os
processos de Inclusão Social estão cada vez mais abrangentes e diversificados em
suas mediações, demonstrando que as suas formatações não podem abrir mão das
manifestações artísticas, culturais, sociais que estão na raiz da formação
humana e na essência da construção dos sujeitos sociais.
Gramsci (2004) no início do século XX afirmava que
“qualquer sistema político precisava refletir a diversidade presente no seu
tempo histórico, inclusive pelas determinações do mundo do trabalho e da
cultura” Como produtores de Cultura, os seres humanos vivem e tecem suas
histórias no interior de determinado contexto sócio/sócio/cultural e são as
formas de ser e agir que refletem as contradições e as possibilidades de cada
indivíduo se transformar e assim transformar o meio em que vivem.
Exclusão social e inclusão social são conceitos dialéticos, polarizados,
simétricos e constituem uma das grandes preocupações da sociedade atual.Como
excluídos, podemos considerar todos os grupos de pessoas que não participam, em
nossa sociedade capitalista, do consumo de bens materiais (produtos e
mercadorias) e/ou serviços.
Ou
seja: aqueles que estão fora do processo produtivo (desempregados e
sub-empregados), do acesso a bens culturais, saúde, educação, lazer e outros,
todos componentes da cidadania.
O
conceito exclusão social veio substituir, no Brasil, a partir dos anos oitenta,
conceitos menores e setoriais, como segregação, marginalização, discriminação,
miséria, pobreza.
Organismos governamentais, organizações não-governamentais, e
organizações internacionais voltadas para o desenvolvimento econômico e social
(BID, Banco Mundial, ONU e suas subsidiárias - UNESCO, UNICEF, FAO e outras)
tendo em vista o avanço da globalização e do neo-liberalismo, têm se preocupado
o aumento significativo de populações marginalizadas, seja pelo
sub-desenvolvimento, pelo desemprego ou, ainda, vítimas de preconceito e
discriminação religiosa, étnica e cultural.
Assim, a inclusão social se apresenta como um processo de atitudes
afirmativas, públicas e privadas, no sentido de inserir, no contexto social mais
amplo, todos aqueles grupos ou populações marginalizadas historicamente ou em
conseqüência das radicais mudanças políticas, econômicas ou tecnológicas da
atualidade.
<!--[if
!supportLineBreakNewLine]-->
<!--[endif]-->
Um projeto social não pode, portanto, sobreviver sem as artes em suas
diversas linguagens culturais que baseado nas afirmações de cientistas sociais,
elas inserem as pessoas no mundo e traz a tona a sensibilidade
político/sócio/cultural, noções de cidadania e pertencimento à comunidade em que
vivem e os elos com a memória da sua gente e a sua própria história. Neste
sentido o projeto Cultural como parte integrante do Projeto Social de Inclusão
Digital, pretende por intermédio da arte das linguagens diversas da cultura
nacional, situar os adolescentes, no espaço sócio-cultural,resgatando a idéia de
pertencimento e de identidade.
Educação e Tecnologia: uma aliança
necessária
“Estamos diante de uma bela demonstração de que a modernização da
educação é séria demais para ser tratada somente por técnicos. É um caminho
interdisciplinar e a aliança da tecnologia com o humanismo é indispensável para
criar uma real transformação. (...) Em síntese, só terá sentido a incorporação
de tecnologia na educação como na escola, se forem mantidos os princípios
universais que regem a busca do processo de humanização, característico caminho
feito pelo homem até então”. (RENATO, Eduardo José. Informática e educação,
1997,05).
“A importância da reforma dos sistemas educativos é
apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos
cidadãos para essa sociedade pós-moderna. Não é à toa que a introdução das novas
tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social,
cultural e tecnológica.”
Entendidas por especialistas e educadores como ferramentas essenciais e
indispensáveis na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo
nas salas de aula. Computadores ligados à internet, software de criação de
sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos. Estas são algumas
das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar
como instrumentos facilitadores do aprendizado,atingindo assim os conceitos da
Taxonomia de Benjamin S. Bloom
– o cognitivo, abrangendo a aprendizagem
intelectual;
- o afetivo, abrangendo os
aspectos de sensibilização e gradação de valores;
- o psicomotor, abrangendo
as habilidades de execução de tarefas que envolvem o organismo
muscular.
Cada um destes domínios tem
diversos níveis de profundidade de aprendizado.
Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as
mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas
isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. Existem, segundo estudos
recentes, professores e escolas que não conseguem interligar estes instrumentos
às atividades regulares.
De acordo com o pedagogo Arnaud Soares de
Lima Júnior, “o acesso às redes digitais de comunicação e informação é
importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição
social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação
humana”.
No entanto,
ele ressalta que os modos de viver e de pensar a organização da vida estão
em crise.
Está em curso uma mudança qualitativa em virtude da rápida
transmissão de informações entre as sociedades, rompendo com isso as barreiras
geográficas dos países.
“Por isso,
cabe à educação uma parcela de responsabilidade tanto na compreensão crítica
do(s) significado(s) desta transformação, quanto na formação dos indivíduos e
grupos sociais. Estes devem assumir com responsabilidade a condução social de
tal virada, provocada, entre outros fatores, pela revolução nas dinâmicas
sociais de comunicação e de processamento de informação”, analisa
Arnaud.
Modernização - Neste cenário, a importância da reforma dos
sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma
prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna.
Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação
apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica. Modelos
pedagógicos foram quebrados, tornando-se desatualizados frente aos novos meios
de armazenamento e difusão da informação. Neste momento mudam também os
conteúdos, os valores, as competências, as performances e as habilidades tidas
socialmente como fundamentais para a formação humana.
Apesar de
tentar responder a estas questões imediatas, muitos educadores salientam que a
inserção, no contexto educacional, destas tecnologias ainda é encarada como uma
articulação problemática.
“Esta
parceria entre educação e tecnologia é muito difícil de ser efetivada. No que se
refere às tecnologias digitais, principalmente, os professores têm dificuldades
de interação. Eles já até admitem utilizar o computador e a internet para
preparar as suas aulas, mas não conseguem ainda utilizar as mesmas nas suas
atividades em sala de aula, como instrumento pedagógico”, observa a pedagoga
Lynn Alves.
Para
Lynn, o uso da tecnologia não deve se restringir a mera utilização ilustrativa
ou instrumental da tecnologia na sala de aula. Exemplo disso, segundo a pedagoga
são as aulas de informática de colégios particulares e públicos, que assumem
apenas o papel de ensinar o uso dos programas.
“O
jovem já sabe disso, ninguém precisa ensiná-lo. Por este motivo, estas aulas
acabam se tornando um espaço de “desprazer”, porque os estudantes querem
utilizar a tecnologia para criar, re-significar, construir e intercambiar
saberes. Infelizmente, este potencial todo,a escola ainda despreza”, frisa Lynn.
Internet e Educação
“A
Internet é muito mais que um mero instrumento. Além de um dispositivo, ela
representa um modo diferente de efetivar a comunicação e o processamento social
da informação”. Esta observação é feita por Arnaud Soares Júnior, professor do
mestrado em educação e tecnologia da Universidade Estadual da Bahia e autor do
livro “Tecnologias Inteligentes e Educação: currículo hipertextual”.
De acordo com o
educador, neste panorama de efetiva transformação, o uso da Internet não
representa grande desafio para que os professores aprendam a sua utilização,
porque suas funções mais sofisticadas são acionadas até mesmo por intuição. Isso
por causa da expressão “interface amigável”, que viabiliza o manuseio rápido e
fácil.
“Para acessar a Internet não se requer nenhum grau mais elevado de
operação mental. Mas, discriminar suas características tecnológicas, sua lógica
de funcionamento, e sua natureza comunicativa e informacional, de modo crítico,
criativo e politicamente engajado, requer um processo de formação mais
abrangente e conseqüente. Tal não poderá ser feito, por exemplo, pelos cursos
relâmpagos de informática, nem pelos treinamentos em informática básica”,
analisa o professor.
Já no que diz respeito a utilizar a internet como meio para atrair a
atenção dos estudantes, Arnaud salienta que não basta prender a atenção dos
estudantes com a tecnologia, porque isto já acontece naturalmente, em virtude
das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) exercerem fascínio nas novas
gerações.
“A questão mais importante é como garantir uma educação de qualidade com
a utilização das TICs e como definir sua utilização mais pertinente em cada
contexto de formação. Para tanto devem ser consideradas as condições e as
necessidades inerentes a cada contexto, além das novas tensões sociais que aí se
refletem em função do crescente processo de globalização”, explica Arnaud
Soares.
Para finalizar, o pedagogo menciona que diferente do que muitas pessoas
acreditam a Internet não é só uma rede meramente técnica e digital. “A Internet
dever vista pelos educadores como uma rede de comunicação, de cultura, de
socialização e sociabilidade. Ela está relacionada aos interesses políticos e
mercadológicos, além de sua dinâmica estar submetida aos efeitos dos desejos e
de representações sociais”, conclui Arnaud
Objetivos:
Estimular debates e propiciar
o conhecimento e o engajamento de todos os interessados em participar de ações
de Cidadania e desenvolvimento social;
Despertar a sensibilidade dos
adolescentes pelo conhecimento da sua cultura;
Oportunizar vivências
teóricas-práticas através de oficinas diversificadas;
Possibilitar que os
adolescentes manifestem preferências artísticas e
culturais;
Identificar talentos e
tendências por determinadas atividades;
Construir uma visão de
Identidade e pertencimento, pela via da auto-estima como caminho de inclusão
social;
Justificativa:
Consciente da importância desse projeto na comunidade, pois nota-se a
grande quantidade de pessoas principalmente jovens e adolescentes interessados
em participar de projetos e ações de geração de trabalho e
renda.
Há
também diversos grupos comunitários, com baixa qualificação profissional e
carência de conhecimentos, que sofrem com a exclusão social e todas as extremas
dificuldades impostas pela situação de miséria e
pobreza.
Essa realidade separa as organizações e as pessoas do mercado e da
economia formal, muitas vezes, tendo o assistencialismo de governos e igrejas
como único ponto de apoio.
O
Instituto de Excelência Valentin juntamente com a Associação Amália Barros
Cordeiro vem proporcionar uma opção junto a população jovem e estudantil da
Cidade de Campos dos Goytacazes uma vez que está localizado numa área central e
de fácil acesso a todo jovem adolescente
que desejar se tornar participante do projeto.Uma vez que será feito um trabalho
de divulgação nas escolas públicas do município uma vez que a condição da
aceitação do jovem no projeto é a de que seja estudante da rede pública de
ensino.
Um Planejamento
estratégico tende a ser para um período de longo prazo. Ele envolve o ambiente
econômico, governamental, concorrência e tendências. Quando se desenvolve um
planejamento estratégico é preciso visualizar o futuro com a qual se queira
chegar e imaginar e prever os impactos que um planejamento deste, causa à
organização. Com base em nossa experiência buscamos minimizar o tempo
e trabalho no desenvolvimento de soluções inteligentes, seguras e com qualidade
para tanto abaixo segue como se pretende disponibilizar as estratégias e as
oficinas:
Atividades Culturais de Segunda à
sexta-feira.
۩ Oficinas Permanentes
Segunda-feira:
Curso livre de Desenho
Terça-feira:
Oficina de
Artesanato/Decoupage;
Quarta-feira:
Oficina da Artesanato/Confecção de Roupas
Íntimas;
Quinta-feira:
Oficina de
Argila
Sexta-feira:
Oficina de Curso livre de Desenho
Pintura em Tela ou Pintura em Tecido
۩ Exposição Permanente dos Trabalhos e apresentações de palestras
de profissionais de diversos setores da sociedade.Com temas como Diversidade de
Gênero,Geração de Renda,Teste Vocacional,Higiene,Preservação do Meio
Ambiente,Reciclagem,aproveitamento de alimentos entre
outros.
Corredor
Cultural com exposição dos trabalhos
desenvolvidos e fotos das oficinas;
۩ Sessão Pipoca
Exibição de
Filmes, toda terça-feira e quinta-feira. Com acompanhamento de um instrutor para
que ao término das exibições sempre aconteçam debates e discussões de cunho
sócio-cultutural e de cidadania.
OBS.
ver a possibilidade de viabilizar convênio com locadora de
Vídeo até que se forme uma videoteca;
۩ Arte em Movimento
Dançar-te:
Oficina de
Dança;
Contando e
Pintando Histórias oficinas de danças
Folclóricas e Culturais;
Curso Livre de
Teatro: Trabalho de corpo, de
Dramatização e expressão teatral;
Música para
Encantar: Oficina de Música instrumento e Canto.
Avaliação:
A avaliação é uma atitude constante em todo trabalho
planejado. É a constatação da correspondência entre a proposta de trabalho e sua
consecução.
E assim será
feita a avaliação durante todo o processo deste projeto com envio de relatórios
regularmente..