segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Carmem Miranda

TERÇA-FEIRA, 19 DE ABRIL DE 2011

Linda essa Carmem Miranda

Projeto Cultural

Instituto de Excelência Valentim
Associação Amália Barros Cordeiro



                 

Projeto Roteiro Cultural
Atividades Culturais de Segunda á sexta-feira.

۩ Oficinas Permanentes
Segunda-feira: Curso livre de Desenho
Terça-feira: Oficina de Artesanato/Decoupage;
Quarta-feira: Oficina da Artesanato/Confecção de Roupas Íntimas;
Quinta-feira: Oficina de Argila
Sexta-feira: Oficina de Curso livre de Desenho Pintura em Tela ou Pintura em Tecido
۩ Exposição Permanente dos Trabalhos
Corredor Cultural com exposição dos trabalhos desenvolvidos e fotos das oficinas;
۩ Sessão Pipoca
Exibição de Filmes, toda terça-feira e quinta-feira.
OBS. ver a possibilidade de viabilizar convênio com locadora de Vídeo até que se forme uma videoteca;
۩ Arte em Movimento
Dançar-te: Oficina de Dança;
Contando e Pintando Histórias oficinas de danças Folclóricas e Culturais;
Curso Livre de Teatro: Trabalho de corpo, de Dramatização e expressão teatral;
Música para Encantar: Oficina de Música instrumento e Canto.



Sugerido por: Salvadora Cruz/Animadora Cultural




Instituto de Excelência Valentim
Associação Amália Barros Cordeiro
           







Projeto Roteiro Cultural

Sugerido por: Salvadora Cruz/Animadora Cultural
                                                      







Campos dos Goytacazes
Fevereiro /2010


Instituto de Excelência Valentim
Associação Amália Barros Cordeiro


Introdução

                                                       Os processos de Inclusão Social estão cada vez mais abrangentes e diversificados em suas mediações, demonstrando que as suas formatações não podem abrir mão das manifestações artísticas, culturais, sociais que estão na raiz da formação humana e na essência da construção dos sujeitos sociais.
Gramsci (2004) no início do século XX afirmava que “qualquer sistema político precisava refletir a diversidade presente no seu tempo histórico, inclusive pelas determinações do mundo do trabalho e da cultura” Como produtores de Cultura, os seres humanos vivem e tecem suas histórias no interior de determinado contexto sócio/sócio/cultural e são as formas de ser e agir que refletem as contradições e as possibilidades de cada indivíduo se transformar e assim transformar o meio em que vivem.
                                            Exclusão social e inclusão social são conceitos dialéticos, polarizados, simétricos e constituem uma das grandes preocupações da sociedade atual.Como excluídos, podemos considerar todos os grupos de pessoas que não participam, em nossa sociedade capitalista, do consumo de bens materiais (produtos e mercadorias) e/ou serviços.

                                           Ou seja: aqueles que estão fora do processo produtivo (desempregados e sub-empregados), do acesso a bens culturais, saúde, educação, lazer e outros, todos componentes da cidadania.

                                           O conceito exclusão social veio substituir, no Brasil, a partir dos anos oitenta, conceitos menores e setoriais, como segregação, marginalização, discriminação, miséria, pobreza.

                                           Organismos governamentais, organizações não-governamentais, e organizações internacionais voltadas para o desenvolvimento econômico e social (BID, Banco Mundial, ONU e suas subsidiárias - UNESCO, UNICEF, FAO e outras) tendo em vista o avanço da globalização e do neo-liberalismo, têm se preocupado o aumento significativo de populações marginalizadas, seja pelo sub-desenvolvimento, pelo desemprego ou, ainda, vítimas de preconceito e discriminação religiosa, étnica e cultural.

                                             Assim, a inclusão social se apresenta como um processo de atitudes afirmativas, públicas e privadas, no sentido de inserir, no contexto social mais amplo, todos aqueles grupos ou populações marginalizadas historicamente ou em conseqüência das radicais mudanças políticas, econômicas ou tecnológicas da atualidade.

                                                  

                                                       Um projeto social não pode, portanto, sobreviver sem as artes em suas diversas linguagens culturais que baseado nas afirmações de cientistas sociais, elas inserem as pessoas no mundo e traz a tona a sensibilidade político/sócio/cultural, noções de cidadania e pertencimento à comunidade em que vivem e os elos com a memória da sua gente e a sua própria história. Neste sentido o projeto Cultural como parte integrante do Projeto Social de Inclusão Digital, pretende por intermédio da arte das linguagens diversas da cultura nacional, situar os adolescentes, no espaço sócio-cultural,resgatando a idéia de pertencimento e de identidade.
        

Educação e Tecnologia: uma aliança necessária

                                                 “Estamos diante de uma bela demonstração de que a modernização da educação é séria demais para ser tratada somente por técnicos. É um caminho interdisciplinar e a aliança da tecnologia com o humanismo é indispensável para criar uma real transformação. (...) Em síntese, só terá sentido a incorporação de tecnologia na educação como na escola, se forem mantidos os princípios universais que regem a busca do processo de humanização, característico caminho feito pelo homem até então”. (RENATO, Eduardo José. Informática e educação, 1997,05).

“A importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna. Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica.”


                                               Entendidas por especialistas e educadores como ferramentas essenciais e indispensáveis na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo nas salas de aula. Computadores ligados à internet, software de criação de sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos. Estas são algumas das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado,atingindo assim os conceitos da Taxonomia de Benjamin S. Bloom
 – o cognitivo, abrangendo a aprendizagem intelectual;
- o afetivo, abrangendo os aspectos de sensibilização e gradação de valores;
- o psicomotor, abrangendo as habilidades de execução de tarefas que envolvem o organismo muscular.
Cada um destes domínios tem diversos níveis de profundidade de aprendizado.

                                        Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. Existem, segundo estudos recentes, professores e escolas que não conseguem interligar estes instrumentos às atividades regulares.

                                       De acordo com o pedagogo Arnaud Soares de Lima Júnior, “o acesso às redes digitais de comunicação e informação é importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação humana”.

                                    No entanto, ele ressalta que os modos de viver e de pensar a organização da vida estão em crise. Está em curso uma mudança qualitativa em virtude da rápida transmissão de informações entre as sociedades, rompendo com isso as barreiras geográficas dos países.

                                  “Por isso, cabe à educação uma parcela de responsabilidade tanto na compreensão crítica do(s) significado(s) desta transformação, quanto na formação dos indivíduos e grupos sociais. Estes devem assumir com responsabilidade a condução social de tal virada, provocada, entre outros fatores, pela revolução nas dinâmicas sociais de comunicação e de processamento de informação”, analisa Arnaud.

Modernização - Neste cenário, a importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna.

                                  Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica. Modelos pedagógicos foram quebrados, tornando-se desatualizados frente aos novos meios de armazenamento e difusão da informação. Neste momento mudam também os conteúdos, os valores, as competências, as performances e as habilidades tidas socialmente como fundamentais para a formação humana.

                                    Apesar de tentar responder a estas questões imediatas, muitos educadores salientam que a inserção, no contexto educacional, destas tecnologias ainda é encarada como uma articulação problemática.

                                   “Esta parceria entre educação e tecnologia é muito difícil de ser efetivada. No que se refere às tecnologias digitais, principalmente, os professores têm dificuldades de interação. Eles já até admitem utilizar o computador e a internet para preparar as suas aulas, mas não conseguem ainda utilizar as mesmas nas suas atividades em sala de aula, como instrumento pedagógico”, observa a pedagoga Lynn Alves.

                                       Para Lynn, o uso da tecnologia não deve se restringir a mera utilização ilustrativa ou instrumental da tecnologia na sala de aula. Exemplo disso, segundo a pedagoga são as aulas de informática de colégios particulares e públicos, que assumem apenas o papel de ensinar o uso dos programas.

                                        “O jovem já sabe disso, ninguém precisa ensiná-lo. Por este motivo, estas aulas acabam se tornando um espaço de “desprazer”, porque os estudantes querem utilizar a tecnologia para criar, re-significar, construir e intercambiar saberes. Infelizmente, este potencial todo,a escola ainda despreza”, frisa Lynn.

Internet e Educação

                                            “A Internet é muito mais que um mero instrumento. Além de um dispositivo, ela representa um modo diferente de efetivar a comunicação e o processamento social da informação”. Esta observação é feita por Arnaud Soares Júnior, professor do mestrado em educação e tecnologia da Universidade Estadual da Bahia e autor do livro “Tecnologias Inteligentes e Educação: currículo hipertextual”.

                                             De acordo com o educador, neste panorama de efetiva transformação, o uso da Internet não representa grande desafio para que os professores aprendam a sua utilização, porque suas funções mais sofisticadas são acionadas até mesmo por intuição. Isso por causa da expressão “interface amigável”, que viabiliza o manuseio rápido e fácil.

                                             “Para acessar a Internet não se requer nenhum grau mais elevado de operação mental. Mas, discriminar suas características tecnológicas, sua lógica de funcionamento, e sua natureza comunicativa e informacional, de modo crítico, criativo e politicamente engajado, requer um processo de formação mais abrangente e conseqüente. Tal não poderá ser feito, por exemplo, pelos cursos relâmpagos de informática, nem pelos treinamentos em informática básica”, analisa o professor.

                                                Já no que diz respeito a utilizar a internet como meio para atrair a atenção dos estudantes, Arnaud salienta que não basta prender a atenção dos estudantes com a tecnologia, porque isto já acontece naturalmente, em virtude das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) exercerem fascínio nas novas gerações.

                                                 “A questão mais importante é como garantir uma educação de qualidade com a utilização das TICs e como definir sua utilização mais pertinente em cada contexto de formação. Para tanto devem ser consideradas as condições e as necessidades inerentes a cada contexto, além das novas tensões sociais que aí se refletem em função do crescente processo de globalização”, explica Arnaud Soares.
           
                                               Para finalizar, o pedagogo menciona que diferente do que muitas pessoas acreditam a Internet não é só uma rede meramente técnica e digital. “A Internet dever vista pelos educadores como uma rede de comunicação, de cultura, de socialização e sociabilidade. Ela está relacionada aos interesses políticos e mercadológicos, além de sua dinâmica estar submetida aos efeitos dos desejos e de representações sociais”, conclui Arnaud

Objetivos:


Estimular debates e propiciar o conhecimento e o engajamento de todos os interessados em participar de ações de Cidadania e desenvolvimento social;

Despertar a sensibilidade dos adolescentes pelo conhecimento da sua cultura;

Oportunizar vivências teóricas-práticas através de oficinas diversificadas;

Possibilitar que os adolescentes manifestem preferências artísticas e culturais;

Identificar talentos e tendências por determinadas atividades;

Construir uma visão de Identidade e pertencimento, pela via da auto-estima como caminho de inclusão social;

Justificativa:

                                                           Consciente da importância desse projeto na comunidade, pois nota-se a grande quantidade de pessoas principalmente jovens e adolescentes interessados em participar de projetos e ações de geração de trabalho e renda.
                                                           Há também diversos grupos comunitários, com baixa qualificação profissional e carência de conhecimentos, que sofrem com a exclusão social e todas as extremas dificuldades impostas pela situação de miséria e pobreza.
                                                           Essa realidade separa as organizações e as pessoas do mercado e da economia formal, muitas vezes, tendo o assistencialismo de governos e igrejas como único ponto de apoio.
                                                           O Instituto de Excelência Valentin juntamente com a Associação Amália Barros Cordeiro vem proporcionar uma opção junto a população jovem e estudantil da Cidade de Campos dos Goytacazes uma vez que está localizado numa área central e de fácil acesso a  todo jovem adolescente que desejar se tornar participante do projeto.Uma vez que será feito um trabalho de divulgação nas escolas públicas do município uma vez que a condição da aceitação do jovem no projeto é a de que seja estudante da rede pública de ensino.
                                                  Um Planejamento estratégico tende a ser para um período de longo prazo. Ele envolve o ambiente econômico, governamental, concorrência e tendências. Quando se desenvolve um planejamento estratégico é preciso visualizar o futuro com a qual se queira chegar e imaginar e prever os impactos que um planejamento deste, causa à organização. Com base em nossa experiência buscamos minimizar o tempo e trabalho no desenvolvimento de soluções inteligentes, seguras e com qualidade para tanto abaixo segue como se pretende disponibilizar as estratégias e as oficinas:
 Atividades Culturais de Segunda à sexta-feira.
۩ Oficinas Permanentes
Segunda-feira: Curso livre de Desenho
Terça-feira: Oficina de Artesanato/Decoupage;
Quarta-feira: Oficina da Artesanato/Confecção de Roupas Íntimas;
Quinta-feira: Oficina de Argila
Sexta-feira: Oficina de Curso livre de Desenho Pintura em Tela ou Pintura em Tecido
۩ Exposição Permanente dos Trabalhos e apresentações de palestras de profissionais de diversos setores da sociedade.Com temas como Diversidade de Gênero,Geração de Renda,Teste Vocacional,Higiene,Preservação do Meio Ambiente,Reciclagem,aproveitamento de alimentos entre outros.
Corredor Cultural com exposição dos trabalhos desenvolvidos e fotos das oficinas;
۩ Sessão Pipoca
Exibição de Filmes, toda terça-feira e quinta-feira. Com acompanhamento de um instrutor para que ao término das exibições sempre aconteçam debates e discussões de cunho sócio-cultutural e de cidadania.
OBS. ver a possibilidade de viabilizar convênio com locadora de Vídeo até que se forme uma videoteca;
۩ Arte em Movimento
Dançar-te: Oficina de Dança;
Contando e Pintando Histórias oficinas de danças Folclóricas e Culturais;
Curso Livre de Teatro: Trabalho de corpo, de Dramatização e expressão teatral;
Música para Encantar: Oficina de Música instrumento e Canto.
Avaliação:
A avaliação é uma atitude constante em todo trabalho planejado. É a constatação da correspondência entre a proposta de trabalho e sua consecução.
E assim será feita a avaliação durante todo o processo deste projeto com envio de relatórios regularmente..

Dicionário Cordel das Festas Populares

Esta pesquisa é meramennte para satisfazer a curiosidade dos leitores e espectadores do Espetáculo Cordel da Festas Populares.
Foram em sua maior parte encontrada no site WWW, wiquipédia.com. br.

                                                  Literatura de Cordel

A literatura de cordel tem sido o veículo natural da cultura popular no Brasil. O vocábulo cordel derivou-se de corda, na acepção de cordão ou barbante. Caldas Aulete define o cordel como um estilo literário equivalente à farsa medieval, cheia de graças e equívocos.                "Farsas de cordel, as que se expunham à venda nas ruas ou debaixo das arcadas, penduradas em cordéis".                 Todavia, o conteúdo poético evoluiu para temas culturais sérios, de sagas históricas e ideais religiosos. Esses impressos, chamados brochuras, eram originalmente, compostos nas tipografias do interior nordestino, em preto e branco, ilustrados pelo Processo artesanal da xilogravura.                  Literatura de Cordel são estórias sobre casos e personagens presentes no cotidiano dos habitantes do Nordeste brasileiro. Os livrinhos - feitos de apenas uma folha de papel, dobrada de modo a formar oito páginas - recebem o nome de Literatura de Cordel por serem expostos pendurados em um fio de barbante, para serem vendidos em feiras ou nas ruas.
Patativa do Assaré
As penas plúmbeas, as asas e cauda pretas da patativa, pássaro de canto enternecedor que habita as caatingas e matas do Nordeste brasileiro, batizaram poeta Antônio Gonçalves da Silva, conhecido em todo  o  Brasil como Patativa do Assaré,  referência ao município que nasceu. Analfabeto "sem saber  as letra onde mora ", como  diz num de seus poemas, sua projeção em todo o Brasil se iniciou na década de 50, a partir da regravação de "Triste Partida", toada de retirante gravada por Luiz Gonzaga.
Filho do agricultor Pedro Gonçalves da Silva e de Maria Pereira  da Silva, Patativa do Assaré veio ao mundo no  dia 9 de março  de 1909. Criado num  ambiente de roça, na Serra de Santana, próximo a Assaré , seu  pai morrera  quando tinha apenas oito anos legando aos seus   filhos Antônio, José,  Pedro, Joaquim, e Maria  o ofício da enxada,  "arrastar  cobra  pros pés" ,  como se diz  no sertão.A sua vocação de poeta, cantador da existência e cronista das mazelas do mundo despertou cedo, aos cinco  anos já exercitava seu versejar. A mesma infância que lhe testemunhou os primeiros versos presenciaria a perda da visão direita, em  decorrência  de uma doença, segundo ele,  chamada "mal  d'olhos".
Mote=tema
Ariano Vilar Suassuna
Ariano Suassuna é um dos mais importantes dramaturgos brasileiros, autor dos célebres Auto da Compadecida e A Pedra do Reino, é um defensor militante da cultura doNordeste.
Os mouros (também chamados de mauros) são um povo árabe-berbere que conquistou a Península Ibérica, oriundos principalmente da região do Saara ocidental e da Mauritânia.
Na tradição oral portuguesa, os mouros são protagonistas de narrativas associáveis a cultos pré-cristãos, muitas vezes pré-históricos. Em geral, as lendas das mouras encantadas que guardam tesouros, andam associadas a montes, florestas, rochedos, monumentos pré-históricos ou fontes e revelam restos de tradições muito antigas.

Luís da Câmara Cascudo

Cascudo em 1928, em colação de grau na Faculdade de Direito de Recife.
Luís da Câmara Cascudo (Natal30 de dezembro de 1898— Natal, 30 de julho de 1986) foi um historiadorfolclorista,antropólogoadvogado e jornalista brasileiro.
Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O Instituto de Antropologia desta universidade tem seu nome. Pesquisador das manifestações culturais brasileiras, deixou uma extensa obra, inclusive oDicionário do Folclore Brasileiro (1952). Entre seus muitos títulos destacam-se: Alma patrícia (1921), obra de estréia,Contos tradicionais do Brasil (1946). Estudioso do período das invasões holandesas, publicou Geografia do Brasil holandês (1956). Suas memórias, O tempo e eu (1971) foram editadas postumamente. Quase chegou a ser demitido por estudar figuras folclóricas como o lobisomem.
Na feira de Caruaru, um dia, apareceu um menino - Vitalino Pereira dos Santos - cuja obra ingênua, no massapé pernambucano, tornou-se uma significativa mensagem de brasilidade, que tem alcançado os mais distantes cecntros culturais do mundo. As figuras de Vitalino são peças de museus e coleções particulares, de estudiosos do folclore, de todos que amam a arte popular.
Vitalino Pereira dos Santos, Mestre Vitalino, consagrou-se com sua arte de fazer bonecos em Caruaru, onde nasceu, perto do rio Ipojuca, em 1909.
Seu pai, humilde lavrador, preparou o forno para queimar peças de cerãmica que sua mãe fazia, para melhorar o orçamento familiar.
Sua mãe artesã, preparava o barro que ia buscar nas margens do rio Ipojuca. Depois, sem usar o torno, ia fazendo peças de cerâmica utilitária, que vendia na feira. Levava a cerâmica nos caçuás (cestos grandes) colocados nas cangalhas do jegue (burrico).
Cartola
Considerado por diversos músicos e críticos como o maiorsambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro deLaranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda moleque e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e violão. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.
Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça - seis anos mais velho - e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boemia, da malandragem e dosamba.[2]
Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos - tendo terminado apenas o primário.Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido"Cartola".
Sincretísmo
No Brasil, o sincretismo é um fenômeno bastante comum, mas é especialmente relevante na Bahia, onde buscou-se adaptar nas crenças de religiões tradicionais africanas os rituais da fé Católica, religião predominante no Brasil. Segundo José Beniste, "valeu como poderosa arma para os negros manterem suas tradições. Sem isso, provavelmente, nem mesmo teriam podido manter os traços religiosos que ainda hoje se conservam".

Folguedos

Folguedos são festas populares de espírito lúdico que se realizam anualmente, em datas determinadas, em diversas regiões do Brasil. Algumas têm origem religiosa, tanto católica como de cultos africanos, e outras são folclóricas.

Galo da Madrugada

Galo da Madrugada é um bloco carnavalesco que sai todo sábado de carnaval do bairro de São José, um dos bairros do centro da cidade do Recife, capital estado de Pernambuco, nordeste do Brasil.
É considerado pelo Guinness Book - o livro dos recordes - o maior bloco de carnaval do mundo. Em 2006 o número de foliões que seguiu o bloco pelas ruas do centro de Recife foi maior que um milhão e meio de pessoas, o que supera a população inteira da própria cidade (1.422.000 habitantes, segundo último censo do IBGE).
O palhaço Arrelia tornou-se um mito das crianças paulistanas. As matinês do circo e posteriormente o "Cirquinho do Arrelia" da TV Record (de 1955 a 1966) fizeram parte do cotidiano da família paulistana. Ele deixou como marca registrada nessa cidade o popular refrão "COMO VAI, COMO VAI, COMO VAI? EU VOU BEM, MUITO BEM... BEM... BEM!".
Waldemar Seyssel, o famoso palhaço Arrelia, veio de uma família que se confunde com a história do circo no Brasil. Ele começou a atuar com seis meses de idade, no circo chileno de seu tio, irmão de sua mãe. O Circo Máximo (em latimCircus Maximusitaliano Circo Massimo) foi uma arenaantiga e local de entretenimento na antiga Roma.

A jovem Francisca aos dezoito anos
Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, (Rio de Janeiro17 de outubrode 1847 — Rio de Janeiro28 de fevereiro de 1935) foi umacompositora e pianista brasileira.
Foi a primeira chorona, primeira pianista de choro, autora da primeira marcha carnavalesca (Ô Abre Alas, 1899) e também a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. No Passeio Público, há uma herma em sua homenagem, obra do escultor Honório Peçanha.
Cordões
Os Cordões, assim como os RanchosBlocosClubes eSociedades, eram formados por grupos de foliões que invadiam as ruas do Rio de Janeiro durante o carnaval a partir da segunda metade do século XIX.
O nome parece derivar de um grupo de pessoas que se sucedem e não do fato de haver uma corda circundando os componentes. Entre a principal característica dos cordões estava o fato de ser formado por grupos de foliões mascarados com feições de velhos, palhaços, diabos, reis, rainhas, índios, baianas, entre outros, conduzidos por um mestre obedecendo a um apito de comando. Seu conjunto instrumental costumava ser excusivamete de percussão.
Noel Rosa e seu violão.

Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro11 de dezembro de 1910 —Rio de Janeiro4 de maio de 1937) foi um sambistacantor,compositorbandolinistaviolonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Foi responsável pela união do samba do morro com o do asfalto. Fato este que mudaria para sempre, não só o samba, mas a história da música popular brasileira.
  



Carmen Miranda
 Pseudônimo de Maria do Carmo Miranda da Cunha, (Marco de CanavesesPortugal,09de fevereiro de 1909 — Beverly HillsEstados Unidos da América5 de agosto de1955) foi uma cantora e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil eEstados Unidos entre as décadas de 1930 a 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Chegou a receber o maior salário até então pago a uma mulher nos Estados Unidos. Seu estilo eclético faz com que seja considerada precursora do tropicalismomovimento cultural brasileiro surgido no final da década de 1960.


Lia de Itamaracá
Cantora pernambucana de temas folclóricos, só aos 59 anos ganha o seu espaço na mídia nacional e internacional depois que é descoberta pelos produtores de bens culturais do mercado global. É um exemplo claro dessa mediação cultural entre o popular e os processos midiáticos. “... essa ciranda quem me deu foi Lia que mora na ilha de Itamaracá, quando eu era menina Lia me dizia como é cirandar...”
Cantiga para Lia ou Cantiga para Lia.















Dicionário Cordel das Festas Populares

Esta pesquisa é meramennte para satisfazer a curiosidade dos leitores e espectadores do Espetáculo Cordel da Festas Populares.
Foram em sua maior parte encontrada no site WWW, wiquipédia.com. br.

                                                  Literatura de Cordel

A literatura de cordel tem sido o veículo natural da cultura popular no Brasil. O vocábulo cordel derivou-se de corda, na acepção de cordão ou barbante. Caldas Aulete define o cordel como um estilo literário equivalente à farsa medieval, cheia de graças e equívocos.                "Farsas de cordel, as que se expunham à venda nas ruas ou debaixo das arcadas, penduradas em cordéis".                 Todavia, o conteúdo poético evoluiu para temas culturais sérios, de sagas históricas e ideais religiosos. Esses impressos, chamados brochuras, eram originalmente, compostos nas tipografias do interior nordestino, em preto e branco, ilustrados pelo Processo artesanal da xilogravura.                  Literatura de Cordel são estórias sobre casos e personagens presentes no cotidiano dos habitantes do Nordeste brasileiro. Os livrinhos - feitos de apenas uma folha de papel, dobrada de modo a formar oito páginas - recebem o nome de Literatura de Cordel por serem expostos pendurados em um fio de barbante, para serem vendidos em feiras ou nas ruas.
Patativa do Assaré
As penas plúmbeas, as asas e cauda pretas da patativa, pássaro de canto enternecedor que habita as caatingas e matas do Nordeste brasileiro, batizaram poeta Antônio Gonçalves da Silva, conhecido em todo  o  Brasil como Patativa do Assaré,  referência ao município que nasceu. Analfabeto "sem saber  as letra onde mora ", como  diz num de seus poemas, sua projeção em todo o Brasil se iniciou na década de 50, a partir da regravação de "Triste Partida", toada de retirante gravada por Luiz Gonzaga.
Filho do agricultor Pedro Gonçalves da Silva e de Maria Pereira  da Silva, Patativa do Assaré veio ao mundo no  dia 9 de março  de 1909. Criado num  ambiente de roça, na Serra de Santana, próximo a Assaré , seu  pai morrera  quando tinha apenas oito anos legando aos seus   filhos Antônio, José,  Pedro, Joaquim, e Maria  o ofício da enxada,  "arrastar  cobra  pros pés" ,  como se diz  no sertão.A sua vocação de poeta, cantador da existência e cronista das mazelas do mundo despertou cedo, aos cinco  anos já exercitava seu versejar. A mesma infância que lhe testemunhou os primeiros versos presenciaria a perda da visão direita, em  decorrência  de uma doença, segundo ele,  chamada "mal  d'olhos".
Mote=tema
Ariano Vilar Suassuna
Ariano Suassuna é um dos mais importantes dramaturgos brasileiros, autor dos célebres Auto da Compadecida e A Pedra do Reino, é um defensor militante da cultura doNordeste.
Os mouros (também chamados de mauros) são um povo árabe-berbere que conquistou a Península Ibérica, oriundos principalmente da região do Saara ocidental e da Mauritânia.
Na tradição oral portuguesa, os mouros são protagonistas de narrativas associáveis a cultos pré-cristãos, muitas vezes pré-históricos. Em geral, as lendas das mouras encantadas que guardam tesouros, andam associadas a montes, florestas, rochedos, monumentos pré-históricos ou fontes e revelam restos de tradições muito antigas.

Luís da Câmara Cascudo

Cascudo em 1928, em colação de grau na Faculdade de Direito de Recife.
Luís da Câmara Cascudo (Natal30 de dezembro de 1898— Natal, 30 de julho de 1986) foi um historiadorfolclorista,antropólogoadvogado e jornalista brasileiro.
Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O Instituto de Antropologia desta universidade tem seu nome. Pesquisador das manifestações culturais brasileiras, deixou uma extensa obra, inclusive oDicionário do Folclore Brasileiro (1952). Entre seus muitos títulos destacam-se: Alma patrícia (1921), obra de estréia,Contos tradicionais do Brasil (1946). Estudioso do período das invasões holandesas, publicou Geografia do Brasil holandês (1956). Suas memórias, O tempo e eu (1971) foram editadas postumamente. Quase chegou a ser demitido por estudar figuras folclóricas como o lobisomem.
Na feira de Caruaru, um dia, apareceu um menino - Vitalino Pereira dos Santos - cuja obra ingênua, no massapé pernambucano, tornou-se uma significativa mensagem de brasilidade, que tem alcançado os mais distantes cecntros culturais do mundo. As figuras de Vitalino são peças de museus e coleções particulares, de estudiosos do folclore, de todos que amam a arte popular.
Vitalino Pereira dos Santos, Mestre Vitalino, consagrou-se com sua arte de fazer bonecos em Caruaru, onde nasceu, perto do rio Ipojuca, em 1909.
Seu pai, humilde lavrador, preparou o forno para queimar peças de cerãmica que sua mãe fazia, para melhorar o orçamento familiar.
Sua mãe artesã, preparava o barro que ia buscar nas margens do rio Ipojuca. Depois, sem usar o torno, ia fazendo peças de cerâmica utilitária, que vendia na feira. Levava a cerâmica nos caçuás (cestos grandes) colocados nas cangalhas do jegue (burrico).
Cartola
Considerado por diversos músicos e críticos como o maiorsambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro deLaranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda moleque e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e violão. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.
Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça - seis anos mais velho - e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boemia, da malandragem e dosamba.[2]
Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos - tendo terminado apenas o primário.Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido"Cartola".
Sincretísmo
No Brasil, o sincretismo é um fenômeno bastante comum, mas é especialmente relevante na Bahia, onde buscou-se adaptar nas crenças de religiões tradicionais africanas os rituais da fé Católica, religião predominante no Brasil. Segundo José Beniste, "valeu como poderosa arma para os negros manterem suas tradições. Sem isso, provavelmente, nem mesmo teriam podido manter os traços religiosos que ainda hoje se conservam".

Folguedos

Folguedos são festas populares de espírito lúdico que se realizam anualmente, em datas determinadas, em diversas regiões do Brasil. Algumas têm origem religiosa, tanto católica como de cultos africanos, e outras são folclóricas.

Galo da Madrugada

Galo da Madrugada é um bloco carnavalesco que sai todo sábado de carnaval do bairro de São José, um dos bairros do centro da cidade do Recife, capital estado de Pernambuco, nordeste do Brasil.
É considerado pelo Guinness Book - o livro dos recordes - o maior bloco de carnaval do mundo. Em 2006 o número de foliões que seguiu o bloco pelas ruas do centro de Recife foi maior que um milhão e meio de pessoas, o que supera a população inteira da própria cidade (1.422.000 habitantes, segundo último censo do IBGE).
O palhaço Arrelia tornou-se um mito das crianças paulistanas. As matinês do circo e posteriormente o "Cirquinho do Arrelia" da TV Record (de 1955 a 1966) fizeram parte do cotidiano da família paulistana. Ele deixou como marca registrada nessa cidade o popular refrão "COMO VAI, COMO VAI, COMO VAI? EU VOU BEM, MUITO BEM... BEM... BEM!".
Waldemar Seyssel, o famoso palhaço Arrelia, veio de uma família que se confunde com a história do circo no Brasil. Ele começou a atuar com seis meses de idade, no circo chileno de seu tio, irmão de sua mãe. O Circo Máximo (em latimCircus Maximusitaliano Circo Massimo) foi uma arenaantiga e local de entretenimento na antiga Roma.

A jovem Francisca aos dezoito anos
Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, (Rio de Janeiro17 de outubrode 1847 — Rio de Janeiro28 de fevereiro de 1935) foi umacompositora e pianista brasileira.
Foi a primeira chorona, primeira pianista de choro, autora da primeira marcha carnavalesca (Ô Abre Alas, 1899) e também a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. No Passeio Público, há uma herma em sua homenagem, obra do escultor Honório Peçanha.
Cordões
Os Cordões, assim como os RanchosBlocosClubes eSociedades, eram formados por grupos de foliões que invadiam as ruas do Rio de Janeiro durante o carnaval a partir da segunda metade do século XIX.
O nome parece derivar de um grupo de pessoas que se sucedem e não do fato de haver uma corda circundando os componentes. Entre a principal característica dos cordões estava o fato de ser formado por grupos de foliões mascarados com feições de velhos, palhaços, diabos, reis, rainhas, índios, baianas, entre outros, conduzidos por um mestre obedecendo a um apito de comando. Seu conjunto instrumental costumava ser excusivamete de percussão.
Noel Rosa e seu violão.

Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro11 de dezembro de 1910 —Rio de Janeiro4 de maio de 1937) foi um sambistacantor,compositorbandolinistaviolonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Foi responsável pela união do samba do morro com o do asfalto. Fato este que mudaria para sempre, não só o samba, mas a história da música popular brasileira.
  



Carmen Miranda
 Pseudônimo de Maria do Carmo Miranda da Cunha, (Marco de CanavesesPortugal,09de fevereiro de 1909 — Beverly HillsEstados Unidos da América5 de agosto de1955) foi uma cantora e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil eEstados Unidos entre as décadas de 1930 a 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Chegou a receber o maior salário até então pago a uma mulher nos Estados Unidos. Seu estilo eclético faz com que seja considerada precursora do tropicalismomovimento cultural brasileiro surgido no final da década de 1960.


Lia de Itamaracá
Cantora pernambucana de temas folclóricos, só aos 59 anos ganha o seu espaço na mídia nacional e internacional depois que é descoberta pelos produtores de bens culturais do mercado global. É um exemplo claro dessa mediação cultural entre o popular e os processos midiáticos. “... essa ciranda quem me deu foi Lia que mora na ilha de Itamaracá, quando eu era menina Lia me dizia como é cirandar...”
Cantiga para Lia ou Cantiga para Lia.














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